sexta-feira, 23 de abril de 2010

Naná charmosa

Olhem essa Nanazinha, que bonitinha! Não é um charme essa menininha?

De vez em quando ela curte ficar assim, toda fru-fru.
Mas o que ela gosta mesmo é de ser menina-moleca-serelepe, que corre descalça, brinca na terra e é feliz sendo criança.

sábado, 10 de abril de 2010

Vale a pena assistir

No ano passado assitimos ao lindo filme da Pixar Up! Altas Aventuras. Saimos do cinema encantados e emocionados. Neste fim de semana alugamos o DVD para curtir novamente e resolvemos que vale a pena comprar, porque é dessas histórias que não cansamos de ver.
O filme conta a história sobre um senhor de 78 anos, vendedor de balões, que, desde a infância, sonhava em se aventurar. Quando sua esposa e companheira de sonhos, Elie, morre e ele está prestes a perder a casa para uma empreiteira, o Sr. Fredricksen resolve voar com sua casa enchendo milhares de balões, o destino é a Terra das Cachoeiras, na Venezuela (próximo ao monte Roraima). Ele acaba levando, sem querer, o garoto Russell, um escoteiro que tinha a missão de ajudar um idoso.
Bom, quem quiser saber mais assita ao filme, porque a história é bacana, a paisagem é deslumbrante e, usando um clichezão: Você vai rir e chorar, vai se emocionar...

Aqui embaixo estou colocando um vídeo bem bacana de um "Remix" que fizeram com o filme e que as crianças adoram assistir.


Já sei!!!

O João Felipe, ao conversarmos sobre quais animais de estimação eles gostariam de ter, solta a seguinte frase:

" Já sei por que a tartaruga vive mais de cem anos! Porque ela vai muuuuuito devagar..."


Sábia observação.

Páscoa, porque renovar é preciso!

Há algum tempo encontrei este texto num site de uma escola Waldorf que eu gosto muito. Reproduzo aqui um trecho:

A Páscoa é uma festa repleta de imagens fortes e marcantes. Porém será que temos consciência do que há por trás destes símbolos? Será que sabemos nos preparar internamente para este momento tão importante? Para nós, a festa da Páscoa ocorre no outono. Antigamente, porém, ela acontecia apenas no hemisfério norte, na época da primavera, num período de Europa pagã, quando as pessoas ainda se encontravam à mercê das forças da natureza. Naquela época, sobreviver ao rigor do inverno era um grande desafio, pois muitas vezes os alimentos eram escassos, as vestimentas ineficientes e os abrigos rudimentares. Desta forma, todo ano, sobreviver ao inverno e chegar à primavera era motivo de grande celebração.

Os antigos rendiam cultos em homenagem à primavera, às deusas da fertilidade. Era nesta época do ano que a vida recomeçava, as cores retornavam, tudo desabrochava. Era a vitória da vida sobre a morte. Num período posterior, as culturas judaica e cristã acabaram por absorver estas festividades pagãs. Para os judeus, as comemorações da Páscoa têm uma importância fundamental dentro de suas tradições, pois se remetem ao período em que o povo hebreu sofreu os flagelos da escravidão no Egito.

A libertação ocorreu quando Moisés desafiou o faraó e conduziu seu povo rumo à Terra Prometida. Em hebreu, esta passagem da morte/escravidão para a vida/libertação chama-se PESSACH, de onde vem a palavra Páscoa. Neste fato histórico, mais uma vez ocorreu a vitória da vida sobre a morte. Na tradição cristã, a Páscoa novamente ocupa uma importância fundamental.

Após os quarenta dias da quaresma e depois de refletir sobre os acontecimentos vivenciados por Jesus Cristo durante a Semana Santa (domingo de ramos, condenação da figueira, encontro com adversários no templo, unção, santa ceia, morte, descida ao reino dos mortos e ressurreição), os cristãos comemoram, no domingo de Páscoa, a glória da ressurreição de Cristo.

Com sua paixão, morte e ressurreição, Cristo deixou-nos o precioso legado de uma nova vida após a morte, e quando seu corpo e sangue penetraram no mundo das profundezas, seu espírito possibilitou que a Terra, como um todo, se tornasse um novo centro de luz. No calendário cristão, a Páscoa é uma festa de data móvel. Isso ocorre porque no ano de 325 d.C., bispos da Igreja do ocidente e do oriente se reuniram no Concílio de Nicéia e determinaram que a Páscoa cristã seria sempre comemorada no primeiro domingo seguinte à lua cheia, após o equinócio da primavera (equinócio de outono, no hemisfério sul), que acontece no dia 21 de março.

Nos dias de hoje, vivenciamos a Páscoa através dos olhos das crianças, elas entram em contato com o sentido espiritual da Páscoa através de imagens. Contos de fadas como Chapeuzinho Vermelho, O Lobo e os Sete Cabritinhos, entre outros, abordam a vitória da vida sobre a morte.

Porém as imagens que mais claramente se vinculam à idéia de vida, morte e ressurreição são as da lagarta, do casulo e da borboleta. A lagarta é um ser que se arrasta pelo solo, pesado, lento. Quando já se alimentou o suficiente, fecha-se num casulo, onde morre para renascer como uma linda, leve e clara borboleta. O coelho e os ovos também possuem um significado especial nas comemorações pascais. O ovo representa uma vida interior, ainda em estado germinal, que se desenvolve, rompe uma casca dura e em seguida desabrocha em sua plenitude, assim como Cristo ressurrecto saiu de sua tumba. O coelho, por sua vez, representa um animal puro, que não agride. Desta forma ele é digno de carregar e trazer os ovos da Páscoa. Além disso, é um animal muito fértil, que se reproduz com facilidade. Neste aspecto podemos encontrar ainda resquícios daqueles antigos cultos pagãos, que veneravam a fertilidade.
Feliz Páscoa!!!