O João Felipe foi para o 1º ano e já sabe ler e escrever. É muito sensível e carinhoso. É o mais azarado em se tratando de acidentes de infância, este ano quebrou a porta de vidro da sala com a cabeça, ainda bem que não foi nada, mas teve que brincar de múmia no hospital.
Está fazendo exercícios com a fono porque falava caça em vez de casa, Zacareí (Jacareí), bolaça (bolacha), tia (dia). Agora ele está falando bem melhor mas vai pronunciando bem calmamente para perceber o som das letras.
A frase que o Ipe mais usa é: " Mamãe, olha só, eu se esqueci de fazer o que você me pediu!", as expressões favoritas dele são 'olha só' e 'sabe por que', e fala com o charme todo especial de sua vozinha rouca.
quarta-feira, 13 de julho de 2011
Rapidinhas: Pedro Gabriel
O Pedro Gabriel já está com 8 anos, já é um rapazinho. É inteligente e também muito determinado, argumenta e questiona qualquer assunto. Ultimamente, sua paixão tem sido o futebol.
O tempo voa!!!
quarta-feira, 9 de março de 2011
segunda-feira, 7 de março de 2011
A polêmica sobre Lobato
Desde o ano passado, quando o MEC resolveu tirar o livro "Caçadas de Pedrinho" das recomendações para o ensino fundamental que iniciou-se a maior polêmica. Muitos chiaram, chamaram de censura, escritores infantis de peso como a Ruth Rocha e o Ziraldo fizeram manifesto a favor de Monteiro Lobato, enfim, uma barulheira só.
Eu cresci lendo Lobato, tinha toda a coleção, adorava as aventuras do pessoal do Sítio. Mas, sinceramente, sempre fiquei incomodada com a maneira que a Emília tratava a tia Nastácia. Felizmente eu cresci num ambiente em que não era alimentado o preconceito, de nenhuma espécie. Isso não significa que eu nunca tenha tido uma atitude preconceituosa. E me sinto muito triste por isso. Mas esse reconhecimento faz com que eu encare meus preconceitos, reconheça-os e lute contra eles.
Existe até uma campanha excelente que diz "Onde você guarda seu racismo?"
Bom, mas onde eu quero chegar com o caso do Lobato? Apesar de Monteiro Lobato ser uma referência na literatura infantil, ele não pode ser "endeusado". A obra dele está repleta de afirmações racistas, sim. Tanto que, quando eu leio os livros para meus filhos, eu vou pulando ou modificando trechos inteiros. Sim, eu ainda tenho a coleção completa, leio para as crianças e, enquanto eu estou no comando, eu faço os devidos "cortes". O mesmo acontece há muito tempo com a série exibida pela Globo, eles retiraram todas as referências racistas, além de dar uma atualizada na obra, afinal, em tempos de preservação da natureza, também é inconcebível sair matando onças e animais por aí.
Agora, eu acredito que isso não é possível de ser feito em uma sala de aula. Como uma professora vai explicar para uma classe inteira que quando a Emília diz "negra beiçuda", é porque era a maneira como se tratavam os negros, na época, e que não era para chamar o coleguinha negro da mesma forma? Sorry, impossível.
Então acho que a atitude do MEC está certíssima e não estão censurando ninguém, qualquer um pode ir à uma livraria e comprar um livro de Monteiro Lobato.
De mais a mais, há tanta coisa mais interessante para se ler, tanto livro legal para ser utilizado pelas escolas, que é um saudosismo que beira à pieguisse.
Abaixo, dois links para leitura impressindíveis, retirados do blog do Idelber:
Carta aberta a Ziraldo, por Ana Maria Gonçalves
Não é sobre você que devemos falar
A Lola também falou sobre este tema aqui e o Alex Castro, sobre este mesmo assunto, escreveu em seu blog um trecho que eu concordo totalmente:
" Os livros do Sítio tem um fortíssimo conteúdo racista que não deve ser exposto a crianças pequenas. Um racismo tão forte, tão odioso e tão insultante que não tem como ser contextualizado pelo professor. Nenhum brasileiro de oito anos de idade deve ser obrigado a ler um livro que insulta a ele, a seus pais e parentes, e a pessoas como ele. Um livro que é imposto pela escola como leitura obrigatória em sala de aula tem uma aura de respeitabilidade e aprovação institucional que não teria se fosse presenteado por um parente, encontrado na estante de casa, comprado na livraria. Ninguém até agora (que eu saiba) defendeu que Monteiro Lobato seja censurado, recolhido, queimado, mas é odioso a escola impor esse tipo de constrangimento a uma criança."
Eu cresci lendo Lobato, tinha toda a coleção, adorava as aventuras do pessoal do Sítio. Mas, sinceramente, sempre fiquei incomodada com a maneira que a Emília tratava a tia Nastácia. Felizmente eu cresci num ambiente em que não era alimentado o preconceito, de nenhuma espécie. Isso não significa que eu nunca tenha tido uma atitude preconceituosa. E me sinto muito triste por isso. Mas esse reconhecimento faz com que eu encare meus preconceitos, reconheça-os e lute contra eles.
Existe até uma campanha excelente que diz "Onde você guarda seu racismo?"
Bom, mas onde eu quero chegar com o caso do Lobato? Apesar de Monteiro Lobato ser uma referência na literatura infantil, ele não pode ser "endeusado". A obra dele está repleta de afirmações racistas, sim. Tanto que, quando eu leio os livros para meus filhos, eu vou pulando ou modificando trechos inteiros. Sim, eu ainda tenho a coleção completa, leio para as crianças e, enquanto eu estou no comando, eu faço os devidos "cortes". O mesmo acontece há muito tempo com a série exibida pela Globo, eles retiraram todas as referências racistas, além de dar uma atualizada na obra, afinal, em tempos de preservação da natureza, também é inconcebível sair matando onças e animais por aí.
Agora, eu acredito que isso não é possível de ser feito em uma sala de aula. Como uma professora vai explicar para uma classe inteira que quando a Emília diz "negra beiçuda", é porque era a maneira como se tratavam os negros, na época, e que não era para chamar o coleguinha negro da mesma forma? Sorry, impossível.
Então acho que a atitude do MEC está certíssima e não estão censurando ninguém, qualquer um pode ir à uma livraria e comprar um livro de Monteiro Lobato.
De mais a mais, há tanta coisa mais interessante para se ler, tanto livro legal para ser utilizado pelas escolas, que é um saudosismo que beira à pieguisse.
Abaixo, dois links para leitura impressindíveis, retirados do blog do Idelber:
Carta aberta a Ziraldo, por Ana Maria Gonçalves
Não é sobre você que devemos falar
A Lola também falou sobre este tema aqui e o Alex Castro, sobre este mesmo assunto, escreveu em seu blog um trecho que eu concordo totalmente:
" Os livros do Sítio tem um fortíssimo conteúdo racista que não deve ser exposto a crianças pequenas. Um racismo tão forte, tão odioso e tão insultante que não tem como ser contextualizado pelo professor. Nenhum brasileiro de oito anos de idade deve ser obrigado a ler um livro que insulta a ele, a seus pais e parentes, e a pessoas como ele. Um livro que é imposto pela escola como leitura obrigatória em sala de aula tem uma aura de respeitabilidade e aprovação institucional que não teria se fosse presenteado por um parente, encontrado na estante de casa, comprado na livraria. Ninguém até agora (que eu saiba) defendeu que Monteiro Lobato seja censurado, recolhido, queimado, mas é odioso a escola impor esse tipo de constrangimento a uma criança."
As gírias de João
Gíria é como chiclete, quando gruda é difícil tirar. O João Felipe, como paulistano nascido na Mooca que é, não pára de usar o "meu". É um tal de: - "Meu, isso é o maior dá hora!", "Eu estou muito bravo, meu!" "Meu, eu quero brincar..." "Como se escreve isso, meu?"
Parece a Marcie, do Peanuts, que fala "meu" em todas as frases. Na verdade, ela dizia "sir", mas a tradução do desenho animado era "meu".
Parece a Marcie, do Peanuts, que fala "meu" em todas as frases. Na verdade, ela dizia "sir", mas a tradução do desenho animado era "meu".
sexta-feira, 4 de março de 2011
Adeus, vovô!
Eu estava em dúvida se colocava ou não esta postagem aqui no bloguinho, ela estava lá nos arquivos, esperando...
Meu pai, o vô Johnny das crianças, faleceu dia 06/01 deste ano. Dia de Reis, tudo a ver com ele que era o rei do reggae, o rei da brincadeira... Foram momentos difíceis desde o estágio final da doença até a sua morte e não havia como esconder das crianças. Eu fiquei muito orgulhosa da maneira como eles lidaram com a situação, e mais, foram eles os principais responsáveis por tornar esses momentos mais leves para mim.
As pessoas sempre se perguntam se é preciso omitir acontecimentos tristes para as crianças ou se é melhor dizer a verdade. Eu sempre fui a favor da verdade. Nunca fui o tipo de mãe que sai escondido, para não ver os filhos chorarem, ou que omite fatos para não frustrá-los. Eu prefiro jogar limpo, explico para eles o que está acontecendo e procuro, da melhor maneira possível, ajudá-los a compreender.
No caso da doença do vovô, um câncer de pulmão, as crianças mostraram-se surpreendentemente maduras e encararam a situação com a leveza que só os pequenos sabem fazer.
Às vezes eles diziam que era para trazer o vô Johnny para Jacareí, porque aqui "tem muito ar para respírar", ou então falavam bravos - "nunca vou fumar!"
E quando ele morreu, meio chorando, meio assustados, foram eles que me consolaram: "não chora, mamãe, o vô Johnny deve estar fazendo uma festa lá no céu."
Então termino esse post-homenagem a esse vovô brincalhão, que sabia fazer a maior bagunça com a netaiada. Abaixo, últimas fotos:
Meu pai, o vô Johnny das crianças, faleceu dia 06/01 deste ano. Dia de Reis, tudo a ver com ele que era o rei do reggae, o rei da brincadeira... Foram momentos difíceis desde o estágio final da doença até a sua morte e não havia como esconder das crianças. Eu fiquei muito orgulhosa da maneira como eles lidaram com a situação, e mais, foram eles os principais responsáveis por tornar esses momentos mais leves para mim.
As pessoas sempre se perguntam se é preciso omitir acontecimentos tristes para as crianças ou se é melhor dizer a verdade. Eu sempre fui a favor da verdade. Nunca fui o tipo de mãe que sai escondido, para não ver os filhos chorarem, ou que omite fatos para não frustrá-los. Eu prefiro jogar limpo, explico para eles o que está acontecendo e procuro, da melhor maneira possível, ajudá-los a compreender.
No caso da doença do vovô, um câncer de pulmão, as crianças mostraram-se surpreendentemente maduras e encararam a situação com a leveza que só os pequenos sabem fazer.
Às vezes eles diziam que era para trazer o vô Johnny para Jacareí, porque aqui "tem muito ar para respírar", ou então falavam bravos - "nunca vou fumar!"
E quando ele morreu, meio chorando, meio assustados, foram eles que me consolaram: "não chora, mamãe, o vô Johnny deve estar fazendo uma festa lá no céu."
Então termino esse post-homenagem a esse vovô brincalhão, que sabia fazer a maior bagunça com a netaiada. Abaixo, últimas fotos:
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
Retrospectiva 2010 - Papai Noel existe e mora no coração da gente
Primeiro natal na casa nova, com direito à super reunião de família. Crianças alegres, tagarelas e ansiosas para encontrarem o Papai Noel, que apareceu no telhado e distribuiu os presentes. Ele apareceu todo iluminado e iluminou os olhares das crianças. Pedrinho ficou todo prosa, só ficou pensativo "por que, justamente quando o Papai Noel chegou o vô Fubs tinha que sair e ir lá longe, na portaria?" ; )
Papai Noel apareceu no telhado. (Onde estará o vô Fubs?)
Nós, virando crianças outra vez
Eu, Jéssica, Dani e Tania (mammy) e criançada
Jéssica, Tania, Juliana, Dani, Eu e Estrela e toda criançada nascida em casa
Naná e o bisavô Manoel
Tio Gui, Má e Tio Zama
domingo, 20 de fevereiro de 2011
Retrospectiva 2010 - Fim de ano na escola
Eu confesso que nunca fui muito fã de festinhas em escola. Apesar de eu sempre me emocinar, achar que os pequenos estão lindinhos e tals, no fundo, no fundo, fica aquela sensação esquisita de que as crianças nem estão curtindo muito aquela exposição toda. Isso sem falar nas músicas escolhidas.
Gente, é um lugar comum, um clichê... Quando resolvem tocar músicas da Xuxa, Balão Mágico e afins então... Eu sinto que vou ter um treco. A impressão que tenho é que as professoras fazem as escolhas apenas baseadas em SEUS gostos pessoais, tipo, elas deviam curtir muito a Xuxa então tacam a chatoniolda nos filhos da gente.
Teve um ano, na escola que eles estudavam em Sampa, que tiveram a idéia "brilhante" de colocar uma música do Benito de Paula em homenagem aos pais. Isso quando não colocam a entojada "Pai" , do Fábio Jr.
Num outro ano, por causa da gripe suína, não fizeram festa, a gente até já tinha dado um suspiro aliviado quando chega o presente para o Marcos: uma gravação num CD, com as crianças cantando, aos berros, a seguinte música: "Ronca, ronca, ronca, roncador; o ronco do papai parece um motor."
Tivemos que disfarçar e falar para o Pedro que estava "lindo", para não frustrá-lo.
Eu acho que tem tanta coisa legal para crianças: Palavra Cantada, Hélio Ziskind... Tanta música infantil linda, para que colocar essas tranqueiras? Eu ficaria muito mais emocionada vendo as crianças cantarem "Alecrim Dourado" a qualquer cantor sertanejo da moda.
Bom, escrevi tudo isso para dizer que eu gostei bastante da festa de fim-de-ano preparada pela escola das crianças, eu percebo que há um esforço deles no sentido de mudar esse paradigma. As crianças cantaram uma música bonitinha e depois fomos surpreendidos com uma banda, tipo fanfarra, tocando várias músicas bacanas que animaram demais aquela manhã de sábado. Posso dizer que, realmente, curti uma festinha de escola.

Gente, é um lugar comum, um clichê... Quando resolvem tocar músicas da Xuxa, Balão Mágico e afins então... Eu sinto que vou ter um treco. A impressão que tenho é que as professoras fazem as escolhas apenas baseadas em SEUS gostos pessoais, tipo, elas deviam curtir muito a Xuxa então tacam a chatoniolda nos filhos da gente.
Teve um ano, na escola que eles estudavam em Sampa, que tiveram a idéia "brilhante" de colocar uma música do Benito de Paula em homenagem aos pais. Isso quando não colocam a entojada "Pai" , do Fábio Jr.
Num outro ano, por causa da gripe suína, não fizeram festa, a gente até já tinha dado um suspiro aliviado quando chega o presente para o Marcos: uma gravação num CD, com as crianças cantando, aos berros, a seguinte música: "Ronca, ronca, ronca, roncador; o ronco do papai parece um motor."
Tivemos que disfarçar e falar para o Pedro que estava "lindo", para não frustrá-lo.
Eu acho que tem tanta coisa legal para crianças: Palavra Cantada, Hélio Ziskind... Tanta música infantil linda, para que colocar essas tranqueiras? Eu ficaria muito mais emocionada vendo as crianças cantarem "Alecrim Dourado" a qualquer cantor sertanejo da moda.
Bom, escrevi tudo isso para dizer que eu gostei bastante da festa de fim-de-ano preparada pela escola das crianças, eu percebo que há um esforço deles no sentido de mudar esse paradigma. As crianças cantaram uma música bonitinha e depois fomos surpreendidos com uma banda, tipo fanfarra, tocando várias músicas bacanas que animaram demais aquela manhã de sábado. Posso dizer que, realmente, curti uma festinha de escola.

João e professora Érika
Naná e professora Júlia
Pedro e professora Ariane
Retrospectiva 2010 - Ipe banguela
Dessa vez foi o João Felipe que perdeu os dentinhos. Ele estava super ansioso para ficar banguela, afinal, queria entrar no mundo dos "meninos grandes". Pois é, meu menininho já está um rapazinho. Como crescem rápido...
sábado, 19 de fevereiro de 2011
A teoria de João Felipe
O que eu acho mais legal e o que incentivo muito nas crianças é a maneira criativa como elas lidam com as situações. Tem vezes que eu fico impressionada com a forma que eles chegam a determinadas conclusões.
Outro dia, durante umas das muitas viagens de carro, em que as crianças repetem à exaustão as clássicas frases: Estamos perto? Já chegamos? Falta muito? de repente, o Ipe solta uma de suas pérolas:
- Ei, gente, eu tenho uma hipótese! Se a gente tá vendo um monte de árvores e montanhas, isso "sinifica" que estamos muuuuito longe de São Paulo. Porque São Paulo só tem prédio e carro.
É ou não é uma hipótese brilhante?
Outro dia, durante umas das muitas viagens de carro, em que as crianças repetem à exaustão as clássicas frases: Estamos perto? Já chegamos? Falta muito? de repente, o Ipe solta uma de suas pérolas:
- Ei, gente, eu tenho uma hipótese! Se a gente tá vendo um monte de árvores e montanhas, isso "sinifica" que estamos muuuuito longe de São Paulo. Porque São Paulo só tem prédio e carro.
É ou não é uma hipótese brilhante?
domingo, 13 de fevereiro de 2011
Karaoke Kid
sábado, 12 de fevereiro de 2011
Retrospectiva 2010 - Naná quer casar
A Naná de vez em quando falava que o príncipe dela era o Pedro, que ela ia casar com o Pedro. Ai eu disse para ela que o Pedro era mesmo um príncipe, mas que ela não podia casar com ele porque eram irmãos. Ela ficou pensativa e falou decidida: Então já sei, vou casar com o João Gabriel!!!
O João Gabriel é um amiguinho deles, super gracinha, filho da Cláudia, minha amiga. Eu, na hora, apenas disse: Tá bom, quando vocês crescerem vocês podem casar - e achei que ela daria-se por satisfeita e esqueceria o assunto.
No dia seguinte, a Naná me pede:
- Mamãe, você faz um vestido de "novia" beeem lindo pra eu "casá" com o João Gabriel?
- É nada, por que a Narizinho é criança e ela casou com o Príncipe Escamado!
- Mas foi de faz-de-conta...
- Então tá, faz um vestido de novia que eu "fou casá" com o João Gabriel de mentirinha!
Em outra ocasião, ela veio de novo com o assunto de que ia casar com o João Gabriel e eu, feminista que sou, já fui falando:
- Naná, quando você crescer e quiser casar tudo bem, mas você pode fazer um monte de outras coisas além de casar, QUALQUER COISA, entendeu?
Naquela hora acho me me bateu um certo pânico de pensar que minha menininha não vislumbrasse nada melhor no futuro a não ser se tornar uma moça casadoura. Ok, casar com quem a gente gosta é legal, eu mesma adoro ser casada, mas isso não pode ser um fim não é mesmo?
Aí, minha espoletinha vira para mim e fala:
- Tá bom mamãe, então quando eu ficar beeeem grande eu vou ser bailarina, dirigir avião, ser surfista e também CASAR COM O JOÃO GABRIEL.
sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
Assinar:
Postagens (Atom)





































